Um dia destes faço uma viagem com a minha vida. Pago excesso de peso e, à chegada, não vou à Bagage Claim. Saio porta fora só com a malinha de mão...
Yep, I have issues...
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Diagnóstico do sistema
Estou como o meu PC:
- disco cheio de tralhas a atravancar e a estragar as coisas importantes;
- memória insuficiente para todas as operações em curso;
- portas USB com funcionamento intermitente;
Ou resolvo isto depressa, ou então

quinta-feira, 28 de outubro de 2010
"O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, admitiu hoje a existência de uma derrapagem entre 1,7 e 1,8 mil milhões de euros na execução orçamental deste ano."
Derrapagem?
Se isto é uma derrapagem, como será uma colisão frontal?
Derrapagem?
Se isto é uma derrapagem, como será uma colisão frontal?
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
De modos que

De modos que é assim, estou eu para aqui em profundas mas estéreis divagações, já que sei bastante sobre certas e determinadas coisas, nomeadamente factos irrelevantes e pormenores inúteis. Considerações de tal forma que até "ah e tal", "coiso", "derivado a que", o que demonstra cabalmente o nível de absurdidade a que a humana estupidez pode chegar.
Se a isto juntarmos o pequeno pormenor de ser mais fácil retirar ilações do acima exposto do que entender o Orçamento de Salvação Nacional, resta-me uma única conclusão:
Estas novas imposições fiscais, juntamente com toda a nebulosidade, cretinice e falta de credibilidade por parte de todos os intervenientes, mais do que medidas de austeridade são, em bom rigor, verdadeiras medidas de hostilidade...
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
@ night
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Dúvidas Existenciais
sexta-feira, 16 de julho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Pérolas Literárias
quarta-feira, 2 de junho de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Shooting on Target
Suave e digna compustura
"Assim, por amor de Deus, tem cuidado e não forces o coração dentro do peito, com violência ou desmesuradamente. Prefere a perícia à força bruta, pois a tua prática será tanto mais humilde e espiritual quanto mais a realizares com fervor, e será tanto mais corpórea e animal quanto mais recorreres à violência. (...) Por conseguinte, evita com cuidado uma tal violência animalesca, e aprende a amar fervorosamente, com suave e digna compustura, tanto do corpo como da alma."
[A Nuvem do Não Saber - autor anónimo do séc. XIV, ed. port. Assírio&Alvim]
"Assim, por amor de Deus, tem cuidado e não forces o coração dentro do peito, com violência ou desmesuradamente. Prefere a perícia à força bruta, pois a tua prática será tanto mais humilde e espiritual quanto mais a realizares com fervor, e será tanto mais corpórea e animal quanto mais recorreres à violência. (...) Por conseguinte, evita com cuidado uma tal violência animalesca, e aprende a amar fervorosamente, com suave e digna compustura, tanto do corpo como da alma."
[A Nuvem do Não Saber - autor anónimo do séc. XIV, ed. port. Assírio&Alvim]
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Como?
Há pouco, um senhor que entra e me dá a conhecer todo um novo mundo no campo das comparações e significados 0bscuros das expressões populares, ao queixar-se das hemorróidas "que rebentaram todas":
- "(...) e ele até me disse que tenho um cú que parece um chapéu de pobre!"
- "(...) e ele até me disse que tenho um cú que parece um chapéu de pobre!"
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Time delays
Também se podia intitular "Como tudo é relativo e o Einstein tinha razão e tudo se inter-relaciona"
Fui finalmente procurar que raio são exactamente estes ramen noodles e descobri que se vendem máquinas para o fazer e que até na Europa Universitária são famosos e que há um chinês que gosta mais da fast-food do Dome do que dos Cardinals them-selves (e que tem uma miúda neta/filha/sobrinha? que já aprendeu a equilibrar-se numa bicicleta) e que afinal o dia dos namorados que também foi dia de S. Valentim é afinal o primeiro dia do Ano Novo Chinês e que este é do Tigre mas eu acho que sou Cavalo mesmo que sempre me tenham dito que sou Carneiro apesar das (más?) tendências a puxar a Caranguejo pelo que se pode intuir da grande confusão animalesca que me grassa por dentro de tal forma que uns dias sou predador e outras sou presa e noutros ora avanço ora arrecuo ora quietinho e por tudo aquilo que tenho visto e ouvido talvez haja forma de compensar tempos e oportunidades e dias perdidos ainda antes de se confirmarem as viagens no tempo e talvez quem sabe de alguma forma o tornar-se pai nos ensine a sermos melhores filhos...
Fui finalmente procurar que raio são exactamente estes ramen noodles e descobri que se vendem máquinas para o fazer e que até na Europa Universitária são famosos e que há um chinês que gosta mais da fast-food do Dome do que dos Cardinals them-selves (e que tem uma miúda neta/filha/sobrinha? que já aprendeu a equilibrar-se numa bicicleta) e que afinal o dia dos namorados que também foi dia de S. Valentim é afinal o primeiro dia do Ano Novo Chinês e que este é do Tigre mas eu acho que sou Cavalo mesmo que sempre me tenham dito que sou Carneiro apesar das (más?) tendências a puxar a Caranguejo pelo que se pode intuir da grande confusão animalesca que me grassa por dentro de tal forma que uns dias sou predador e outras sou presa e noutros ora avanço ora arrecuo ora quietinho e por tudo aquilo que tenho visto e ouvido talvez haja forma de compensar tempos e oportunidades e dias perdidos ainda antes de se confirmarem as viagens no tempo e talvez quem sabe de alguma forma o tornar-se pai nos ensine a sermos melhores filhos...
sexta-feira, 12 de março de 2010
Dos Amigos e d'outras relações
Isto dos amigos tem que se lhe diga. Principalmente isto dos amigos destes tempos recentes, baseados em relações diferentes "das de antigamente", como se eu fosse já um velhote jarreta e rezingão.
Há uns tempo, antes da globalização das relações e do encurtamento das distâncias pelas vias digitais, as relações construíam-se na proximidade. Com contacto, com convivência. Não havia o hábito (nem a facilidade) dos conhecimentos por voz ou por texto. As relações evoluíam, portanto, conforme as histórias e os feitios e os risos e as pauladas e as brincadeiras no quintal e as corridas e as feridas e os cortes. E as palavras. E os silêncios.
Daí que, de todas as pessoas à volta, umas se mantêm meus amigos, outras foram mas agora nem tanto e outras nunca o chegaram a ser.
Porque éramos diferentes, porque nunca tivemos interesses comuns, porque nunca nos conhecemos o suficiente, porque nunca houve ali aquele click de reconhecimento mútuo e de à-vontade.
E, por fim, aquelas pessoas com quem houve a faísca, a química, mas no sentido oposto: aquelas que detestamos quase à primeira vista. Que se senta na mesma sala que nós porque somos da mesma turma. Só! Period!
Aquelas com quem, durante um tempo, ainda fizemos um esforço (se bem que, sendo puto, fazer um esforço para me dar com alguém já devia ser sinal de demência ou outra qualquer disfuncionalidade mental).
Com quem acabámos por trocar umas bocas foleiras e uns insultos avulsos e que mais vale mesmo é ignorar/seguir em frente/fingir que vivemos em planetas diferentes/ainda bem que te vais mudar-se-fosse-há-dez-anos-já-era-tarde.
E que vem, agora, ao fim destes anos, adicionar-me no Facebook...
WTF??? Friends? Based on what?
Se aquilo tivesse outra opção além do Aceitar/Cancelar ainda te mandava a certo sítio, cara***!!!
Há uns tempo, antes da globalização das relações e do encurtamento das distâncias pelas vias digitais, as relações construíam-se na proximidade. Com contacto, com convivência. Não havia o hábito (nem a facilidade) dos conhecimentos por voz ou por texto. As relações evoluíam, portanto, conforme as histórias e os feitios e os risos e as pauladas e as brincadeiras no quintal e as corridas e as feridas e os cortes. E as palavras. E os silêncios.
Daí que, de todas as pessoas à volta, umas se mantêm meus amigos, outras foram mas agora nem tanto e outras nunca o chegaram a ser.
Porque éramos diferentes, porque nunca tivemos interesses comuns, porque nunca nos conhecemos o suficiente, porque nunca houve ali aquele click de reconhecimento mútuo e de à-vontade.
E, por fim, aquelas pessoas com quem houve a faísca, a química, mas no sentido oposto: aquelas que detestamos quase à primeira vista. Que se senta na mesma sala que nós porque somos da mesma turma. Só! Period!
Aquelas com quem, durante um tempo, ainda fizemos um esforço (se bem que, sendo puto, fazer um esforço para me dar com alguém já devia ser sinal de demência ou outra qualquer disfuncionalidade mental).
Com quem acabámos por trocar umas bocas foleiras e uns insultos avulsos e que mais vale mesmo é ignorar/seguir em frente/fingir que vivemos em planetas diferentes/ainda bem que te vais mudar-se-fosse-há-dez-anos-já-era-tarde.
E que vem, agora, ao fim destes anos, adicionar-me no Facebook...
WTF??? Friends? Based on what?
Se aquilo tivesse outra opção além do Aceitar/Cancelar ainda te mandava a certo sítio, cara***!!!
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