segunda-feira, 24 de novembro de 2008
...
... embora não tenha a certeza do quê ou do porquê disto tudo
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Ir à guerra
Por causa daquela nossa conversa de ontem, fizeste-me lembrar daquele "maravilhoso" filme, o "Karate Kid"...
Se o visse agora, outra vez, talvez achasse aquilo uma grande banhada, mas o velhote disse lá uma coisa de que nunca me esqueci.
Mais ou menos isto:
"You must never fight! But, if you really have to, then fight to win!"
Se precisares de um homem no canto do ringue...
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Cores de Outono
Podia, portanto, dizer "ontem o dia começou cedo e mal!"
Até não :)
Depois da chávena de café, o cérebro lá sintonizou "Elderly woman behind the counter in a small town", bom prenúncio para enfrentar o frio da rua. E a neblina, ontem quase tão espessa como algodão e a deixar tudo com aquele ar de "Sleepy Hollow" de que tanto gosto. A puxar, claro, para a fotografia, tanto que, vejam bem, usei a câmara do telemóvel. À espera de chegar a S. José e que a neblina se mantivesse, para usar a máquina a sério :)
Enganei-me! Parecia uma parede, por cima do rio. De um lado algodão, do outro um Sol radioso. Nada de fotos, portanto, mas a vontade lá ficou. À espera da hora de almoço.
Ontem fui, outra vez, beber um café ao Santa Cruz. E com bónus, que na semana do S. Martinho é tempo de um cartucho de castanhas (e boas que eram, e todas!, nem uma com bicho...).
Pelo caminho, de ida e de volta, umas voltas pelo parque (várias voltas, que 3 horas de almoço dão para muito...) e descobrir que, afinal, num sítio que já fotografei tantas vezes ainda existem mundos inexplorados. Coisas novas! As cores de Outono no auge! E um gato :)
Acho que nunca antes tanto tempo de almoço me tinha parecido insuficiente... mas lá voltei, a olhar por cima do ombro para aquelas luzes do fim de tarde, mais gelado mas com muito menos frio.
Chegado a casa, prontinho para ver as fotos em grande, carrego no botão e... nada! Ver tomadas, ver fios, ligações, e nada. Computador morto. Zero. Nem zunia. Kaput!
Deixei para hoje, não fosse uma "insignificância" como talvez-ter-ficado-sem-computador estragar-me um dia que quase tinha começado mal mas tinha corrido tão bem.
Será que hoje voltas à vida? Please?
"Elderly woman behind the counter in a small town", Pearl Jam, VS., 1993
"Sleepy Hollow - A Lenda do Cavaleiro sem cabeça", Tim Burton, 1999
(Estranho a maneira como os ciclos se fecham e as partidas que o nosso cérebro nos prega... adormecer, também, com uma música de que não gosto? Rhianna, OUTRA VEZ??? Onde é que eu vou buscar estas coisas?)
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Re-esfriado

quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Porquê? 's
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Remember, remember...
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Chico Buarque
sábado, 11 de outubro de 2008
Dia perfeito...
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
E hoje, o Outono...
Assim de repente, sem aviso. Fingiu-se desaparecido estes dias, como se tivesse decidido adiar a visita para o ano que vem. Como se "deixa lá isso e os casacos, vou deixar o Verão estafar-se até ao fim, enquanto eu ainda saboreio mais uns solzinhos antes de me meter ao trabalho..."
O fulano é tramado!
Abri a porta a olhar para os tons quentes do nascer do Sol, por cima da serra, e ele apanhou-me de surpresa. Estava emboscado logo ali na soleira, colado às paredes a toda a volta, nem respirava para não se denunciar...
Ontem ainda pensei tê-lo ouvido... à noitinha, enquanto me deleitava com o café, ouvi um restolhar de passos familiar. Vim à janela, curioso, espreitar, mas não vi nada. Pensei que o arrepio fosse do fresco das noites de Verão, mas, afinal, já era ele a passar-me os dedos pelo pescoço.
Matreiro, o fulano! Insinua-se e esconde-se, faz-se adivinhar e camufla-se, vai-e-vem, faz-de-conta... Mas também, o que esperar de um tipo chuva de manhã-Sol à tarde? Calor-frio? Cinzento-luminoso? Preto-e-branco/Multicores? Este, que deve ter aprendido as artes com o risonho deus Loki, faz das partidas um verdadeiro "trick or treat" halloween'esco, espalhado por vários meses e com dosagens diversas.
Seja como for, quando atravessei a porta, com a boca aberta, de espanto e de bocejos, o Outono bateu-me na cara! Assim, de rompante, de chofre, de repente.
Bateu-me na cara e rodeou-me, sem rodeios passe o pleonasmo, entranhou-se-me pela camisola acima e pelo colarinho abaixo, tentou entrar por todos e por cada poro. E começou a rir-se! De mim! Da minha cara...
Surpresa!, dizia ele, entre cada gargalhada e cada investida, como se alguma possibilidade houvesse de eu estar distraído. Surpresa!, ria-se ele, revolteando, vindo e fugindo, mais um arrepio aqui e um friozinho na barriga por além...
Depois lá foi. A rir-se, claro, a diluir-se na distância e nos raios amarelos e rosas, a fazer-se novamente esquecido no calorzinho bom do Sol que ia aparecendo e novamente a fazer caretas e a tirar a língua nas sombras do caminho.
Lá pensei eu, também já a rir-me, claro, que agora ficava avisado. Que este, este ano pelo menos, já não me apanhava desprevenido, desprecavido, de surpresa. Ah! Mas eu avisei-vos: o Outono, esse fulano, é tramado. É malandro, matreiro. É maroto!
E então, ia eu pela Baixa depois de almoço, a saborear o café e o quente do Sol alto, quase de Verão (distraído, claro!) e aquele tipo, por cima do meu ombro, matreiro, traquinas, a rir-se, claro!:
- Surpresa!
Aaahhh.... aquele cheirinho a castanhas assadas...
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Do que somos feitos?
Aqui e ali afloram os granitos do inevitável, por toda a parte os demoronamentos do acaso."
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Pergunto-me...
De(...?) de Amor
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
15 de Setembro - "Se..."
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Acordo Ortográfico
Constatação Matinal

Às vezes, parece que precisamos de um post-it fluorescente para nos lembrarmos do mais essencial...

... do invisível aos olhos!
