sexta-feira, 17 de julho de 2009

Escolhas/Escolher


To Choose: Escolher

Escolher:
v. tr.
1. Fazer escolha de.
2. Preferir.
3. Estremar.
4. Separar.
5. Marcar.
v. intr.
6. Optar.

Isto para dizer que tenho andado, neste últimos dias, a pensar nesta coisa da nossa Vida, do dia-a-dia ao longo-termo, ser também (ou tão) condicionada pela(s) escolha(s) consciente(s) que fazemos.

Porque posso escolher, à partida, como orientar o meu dia. Posso escolher como enfrentar partes do dia, aquelas tais pessoas, aquelas tais tarefas. Posso escolher aproveitar os poucos momentos luminosos para compensar as horas escuras. Posso rir-me ou queixar-me. Posso respirar fundo (muito fundo...) ou chamar nomes. E blasfemar. Posso, afinal, direccionar-me, na forma como interajo, como penso, como actuo, como sinto. Posso predispôr-me.

Como se fosse uma Declaração de Princípios, pessoal e diária.




Fácil? Mas alguém disse que isso é fácil?



“We choose to go to the moon. We choose to go to the moon in this decade and do the other things, not because they are easy, but because they are hard, because that goal will serve to organize and measure the best of our energies and skills, because that challenge is one that we are willing to accept, one we are unwilling to postpone, and one which we intend to win, and the others, too.”


John F. Kennedy’s address at Rice University, “We Choose To Go To The Moon,” September 12, 1962

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ideia Original


Aqui há uns tempos, de passeio pela Baixa e pelo Parque de Canon na mão, dei comigo a pensar e a imaginar como seria fotografar os pés das pessoas com quem me cruzava. Pés e respectivo calçado, entenda-se, que o conjunto é que o torna interessante.

Escusado será dizer que tal ideia (à conta da natural inibição e da muita falta de confiança para me armar em fotógrafo a sério...) não passou disso mesmo: uma ideia (vá, e de um comentário, tipo "olha lá, lembrei-me disto e tal, até devia ser giro mas ok...").

Agora dou com isto, e só há uma conclusão: a originalidade é coisa muito relativa :)
Aliás, duas: fotografar os pés dos passantes dá mesmo uma coisa gira. Só foi pena não me lembrar de associar a cara, assim à metades, que dá ainda muito mais "giricidade" à coisa.

Mas era uma boa ideia. Não era?


"One smal step for man.
One giant leap for mankind"

Neil Armstrong



Faz hoje 40 anos que a Apollo 11 partiu de Cape Canaveral. Um dos maiores momentos da Humanidade, sem dúvida. Gostava de ter visto...


Por isso, se alguém quiser ver em diferido, que vá aqui.

Transmissão em tempo real, ao segundo. "Só" com 40 anos de diferença :)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

(Outra) Constatação

Já vos aconteceu terem a desagradável sensação de não conseguir minimamente fazer coincidir as palavras (escritas ou faladas) com os sentimentos?

Damn!!!

Consciência pesada... ou não

Para quem me conhece será fácil imaginar porque há sempre alguém (tipo mãe mas não só) a perguntar se não será demais. Café, obviamente.

Porque bebo algumas vezes por dia, desde o café da cafeteira à tradicional Bica (passando pelo solúvel e outros que tais, tanto quanto possível, que eu gosto de variar e descobrir aromas novos).

Normalmente respondo que não, que bebo só aos bocadinhos (e é verdade, uma cafeteira chega a dar para uma tarde inteira :) ...)


Agora, e para aliviar o peso da consciência (leve, por falar nisso, e pouco frequente, felizmente) descubro isto:


Obrigado, D., gosto dessa tua "revista de imprensa" ;)


Agora vou só ali beber (mais) um cafezinho e já volto.



Se me quiserem recrutar para os ditos "ensaios em humanos" só tenho uma condição: não quero ficar no grupo-controlo... ok?

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Eu já SkyDive'd

E agora já posso dizer que já fiz!

SkyDive, um saltinho de avião a 4200m :)

E que não tenho palavras para descrever o que se sente.

Um misto de pura adrenalina com pura paz; o absoluto silêncio dentro do clamor do vento a passar pela cara; o misto da sofreguidão do momento, da tentativa de aproveitar cada segundo efémero da queda, do gozo e do prazer, com a serenidade quase zen com que se observa e absorve tudo, tudo, tudo; como se aqueles 50 segundos, tão rápidos, a 220 Km/h (mais coisa, menos coisa...) fossem tempo mais do que suficiente para uma introspecção e quase meditação.

Prova irrefutável da razão de Einstein, de que tudo é relativo: também ali o tempo e o espaço existem numa verdadeira amálgama um do outro, esticam e encolhem, enquanto nós caímos quando parece que nos elevamos.

Dos lábios secos só se dá conta no dia seguinte :)

E a amostra do vídeo para daqui a uns dias...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

E by the way, só para animar...

No fim de um dia como este, que começou anormalmente mal e se manteve estável para o resto do dia (como acontece sempre nestes dias), em que só me apetece um banho quente, um livro e silêncio (TONELADAS de silêncio! Please!!!), lembrei-me de uma das respostas para aqui. Que não conta assim tanto, se considerarmos que a coisa até já estava planeada e tudo, mas enfim, era (há muitos anos) uma das "before I die"...

Falo disto!
E é já Sábado!

Fujam, pássaros, eles andam aí...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Acerca do post abaixo

Em resposta às várias interpelações que me foram feitas pelas minhas (outras) excelsas personalidades, tenho a referir o seguinte:

1 - eu sei que "obsoletávamos" não existe. Quero dizer, não existia, porque agora já a inventei. Dizem que inventar palavras dá fama, fortuna e estatuto, como se pode comprovar com o meu afilhado e com (embora menos...) o Mia Couto;
2 - é escusado atacar a minha "lógica inatacável", porque senão seria apenas uma "lógica-eventualmente-desmontável-por-pessoas-de-má-fé";
3 - se precisarem de mais provas da conspiração em curso, atentem no facto de nenhuma das companhias visadas ter, até agora, refutado ou de qualquer outra forma desmentido os factos expostos;
4 - o ponto 3 também serve de prova ao ponto 2;
5 - sim, ainda tenho um melão inchado na perna que me dá uma comichão desgraçada, quase ao ponto de me roçar pelas paredes quando me movo;
6 - sim, amanhã é fim-de-semana, mas parece que vai chover (DAMN!!!)

Lavar a fruta**

Tenho cá para mim que esta história de termos sempre de lavar muito bem a fruta antes de a comer é treta. Ou melhor, é conspiração! Mais uma conspiração das farmacêuticas, claro, que só querem encher-se à custa dos nossos "problemas-de-saúde-que-afinal-foram-eles-que-criaram-como-toda-a-gente-sabe"...

Senão vejamos: diz que temos de proceder à tal lavagem minuciosa porque senão sujeitamo-nos a ingerir toxinas ou outros compostos que tais que nos irão fazer mal. Certo?
NOT!

- a expressão "sujeitamo-nos" é a primeira prova desta teoria (que chamamos de Prova A): toda a gente sabe que "sujeito" é alguém que anda a servir de cobaia numa qualquer experiência;
- "que nos irão fazer mal", segunda prova (ou Prova B): como é que sabem que nos vai fazer mal? Não sabem, claro!
Se pensarem no Fleming, vão perceber onde quero chegar:
1 - imaginem que ingerem fruta não lavada com o certo e determinado fungo;
2 - imaginem que o fungo estabelece uma colónia permanente no vosso intestino;
3 - imaginem que essa colónia evolui até à Revolução Industrial e começa a produzir em série e às toneladas compostos químico-orgânico-sintético-imunizantes, como se fossem uns bífido-activos ou uns Super-l-Casei endógenos;

Lá está, obsoletávamos essas ditas companhias e vivíamos sem mais obstipações nem diarreias (literais e, principalmente, mentais...)

E agora a piece-de-resistance de todo este sublime desenrolar de ideias:
- como nos diz a matemática mais básica: A+B = C,

ou seja,

A+B = CONSPIRAÇÃO

Dúvidas?

** "Lavar a fruta" ou "Como a demência mental, quando se manifesta logo aos primeiros minutos depois das 07:30 da manhã, pode degenerar num acesso genial de raciocínios geniais"

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Argumento de peso

Para os ainda indecisos, pouco despertos, não convencidos ou outros:


daqui



E eu acrescento (claro!)


AND COFFEE!!!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Nas lonas



Nunca, como hoje, esta expressão teve um sentido tão preciso para mim...

Há 3 horas (e muitos Euros) atrás, eram os pneus do carro que estavam "nas lonas".

Mas, como na Natureza nada se cria nem nada se perde...
... agora estou eu...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Tráfico de crianças

Depois das assustadoras notícias dos últimos tempos, eis que as histórias me batem à porta.

A senhora do creme voltou. Cuidado, mãe! Por 15 cêntimos já me estava a chamar filho e com cara de quase me querer levar para casa...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Constatação

Constato (que é sempre uma coisa simpática de se dizer), constato, dizia, que esta minha falta e falha de ideias (e, portanto, de coisas inteligentes) não é propriamente um reflexo fiel dos rebuliços da minha mente.

Quer-me mais parecer que é só mais uma forma de fugir ao que me inquieta. Ou esconder...

Ou isso ou é mais uma tentativa de me continuar a julgar digno de escrita: disfarçar a falta de jeito com a "vida"... :D

Como diria Deolinda, "São coisas que acontecem"...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Reflexologia

As férias diminuiram-me os reflexos.

Durante esses dias cândidos e ensolarados e de horários e hábitos flexíveis ía à casa-de-banho sempre que o meu corpo mo pedia. Sem pressas nem stress.

Mas agora, e com vários dias do mesmo, suspeito que as férias me diminuiram os reflexos mictatórios. Descubro que preciso não porque os meus esfíncteres mo digam, mas pelos sinais das minhas pernas.
(Não, não é quando tenho um fiozinho a correr, calças molhadas e os pés quentes...)
Olho para elas e estão irrequietas, e só por isso me apercebo do que as faz mexer.

Ou me diminuiram os reflexos ou é algum tipo de insensibilidade, mas isso já não me parece...

Bom, vou só ali fazer um xixi e já volto...

terça-feira, 16 de junho de 2009

A Falha de Ideias continua...

Pois é, ainda não não consegui responder.

E tu, o que é que escrevias?